Cresce o número de pessoas que cuidam de parentes em 2018, segundo IBGE


Cresce o número de pessoas que cuidam de parentes em 2018, segundo IBGE
Foto: Divulgação

Brasileiros de 14 anos ou mais, que cuidam de parentes moradores ou não no domicilio representam 31,8%, totalizando cinquenta e quatro milhões de pessoas, com um aumento do índice sob o ano anterior.

As informações constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), referente a outras formas de trabalho, divulgada hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O distrito federal mostra a menor diferença entra homens e mulheres no cuidado de pessoas, chegando a 6 pontos percentuais (27,1% dos homens e 33,1% das mulheres). 

O estado que desempenhou mais cuidados com pessoas, moradoras ou não em seu domicílio, em 2018, foi o Amapá, onde 47,3% das pessoas cuidam de algum parente. Em contrapartida, o Rio de Janeiro é o que apresenta menor percentual: 27,5%. 

A quantidade de pessoas que produzem para o próprio consumo atingiu 7,7% no país em 2018 e vem numa crescente desde 2016. O Piauí foi o estado que registrou maior taxa (21,2), enquanto o Rio de Janeiro puxou a média para baixo (1,4%).



O trabalho de produção para o próprio consumo compreende quatro conjuntos de atividades: cultivo, pesca, caça e criação de animais; produção de carvão, corte ou coleta de lenha, palha ou outro material; fabricação de calçados, roupas, móveis, cerâmicas, alimentos ou outros produtos; e construção de prédio, cômodo, poço ou outras obras de construção.



Já o trabalho voluntário, que é feito sem renumeração, em dinheiro e realizado pelo menos uma hora na semana, com objetivo de produzir bens ou serviços para terceiros, ou seja, pessoas não parentes e não moradoras no domicílio, a média Brasil apurada em 2018 foi 4,3%, sendo 3,4% homens e 5% mulheres.



A análise pela frequência revela que 48,4% das pessoas que realizam trabalhos voluntários o fazem por quatro ou mais vezes por mês. Por horas, a média Brasil em 2018 foi de 6,5 horas semanais dedicadas a atividades voluntárias.

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